Vem aí Folia Feira Noise!




O Feira Noise Festival tem se destacado na atual fase de retomada da cultura independente em Feira de Santana e apresentado um crescimento notório a cada edição, fazendo com que as expectativas para 2011 sejam as melhores possíveis. Mas, enquanto o evento não chega, o público vai conferir um aperitivo no próximo dia 16, às 21 horas, no Antiquário Pub: a Folia Feira Noise – Pré-Micareta do Feira Coletivo Cultural, com as bandas Maglore, Maryzelia e os “Coisinho”, Suinga. O ingresso antecipado custa 10 reais.
Ligado à rede Fora do Eixo, a pré-micareta não é uma realização comum nem mesmo nos padrões do nosso circuito independente, pois pretende trazer ritmos alternativos, dançantes e de qualidade no período de véspera da Micareta. Por isso, a presença do grupo feirense de samba de raiz Maryzelia e os “Coisinhono line-up se justifica plenamente. Se não podemos encontrar uma proposta semelhante em grandes trios elétricos, nada mais justo que darmos espaço à boa música desse valor local fundado em 2009.
Já a Suinga, de Salvador, toca pela primeira vez na cidade. Suas canções trabalham as possibilidades e camadas da música popular nordestina, sobretudo baiana. Ao insistir em manter um olhar fixo no passado, a banda se opõe a muitos exemplos banais da axé music e consegue produzir uma sonoridade paradoxalmente nova. Divertida e criativa, mas nunca gratuita, é garantia de surpresas positivas, uma prova de que nenhum gênero musical é mercadológico por natureza.
Outra atração confirmada é Maglore, formada por Teago Oliveira (voz e guitarras), Léo Brandão (teclado e guitarras) Nery Leal (baixo) e Igor Andrade (bateria). Depois de apresentarem seu ótimo pop rock radiofônico no Feira Noise 2010 e na Noite Fora do Eixo, os soteropolitanos voltam a Feira num momento especial para divulgar o álbum “Veroz”, recém-lançado pela Compacto.Rec. As composições inéditas, assim como as velhas conhecidas da maioria, pegam o ouvinte de maneira irresistível antes mesmo que ele perceba.
Folia Feira Noise – uma única noite que promete celebrar a diversidade de sons e satisfazer a todos. Não deixe de participar dessa folia diferente.

Serviço: Folia Feira Noise
Local: Antiquário Pub
Horário: 21:00h
Ingressos: R$ 10,00 Antecipados. No dia os ingressos sofrerão reajustes.
Atrações:
Suinga (http://www.suinga.com.br/) ,
Maryzélia e Os Coisinhos (http://palcomp3.com/maryeoscoisinho/)
Maglore (http://www.myspace.com/maglorebanda)


ENTREVISTA – CASA DE VENTO

Muitas portas se abriram para a banda Casa de Vento depois da apresentação no Feira Noise Festival do ano passado. Fazendo uma quantidade impressionante de shows em se tratando do nosso cenário independente e caminhando para o lançamento do primeiro EP, o vocalista Josh e o guitarrista Cordeiro falam conosco sobre esse momento especial, incluindo a participação neste Grito Rock.


Feira Coletivo – Como a Casa de Vento avalia essa fase atípica e altamente produtiva que está experimentando enquanto banda independente?

Josh – Tem sido uma correria muito grande, muito stress, porém muito prazer também. É sempre bacana poder expor o nosso trabalho. Estamos fazendo em média um ou dois shows por semana, não só aqui em Feira, então há deslocamento e temos que entender toda uma logística de locomoção que tem sido bastante complicada. Como você disse também, a gente ainda é indie... Tem sido muito difícil, mas uma experiência interessante, nova e enriquecedora pra banda e pra cada um, pessoalmente. Estamos com o lançamento do EP no próximo sábado, faltando tempo pra ensaiar... (risos). Mas tem sido bem legal.



Feira Coletivo – Falem um pouco sobre esse EP. O que o público pode esperar desse lançamento, de acordo com o que já conhece e com o que ainda não conhece da banda também?

Josh – O EP tem duas músicas da formação anterior da banda, “O Mistério das Cinco Estrelas” e “Esperando Por Godot”, e com duas músicas mais novas, que são “Ode à Liberdade” e “A Letra A”. A ideia principal é fazer uma prévia do lançamento do CD, já que estamos em processo de produção e pretendemos concluí-lo no final do ano. Um processo lento, é verdade, até por essa sobrecarga de shows que eu mencionei. Então é por um bom motivo (risos).

Cordeiro – É o momento de consolidação da banda.



Feira Coletivo – A que a banda atribui esse crescimento, essa expansão na Bahia inteira?

Josh – Acho que um dos principais motivos é justamente a formação dos coletivos. A união de quem faz o som tem aumentando, tem possibilitado essas oportunidades. Além disso, penso que talvez haja certa urgência das pessoas por mais cultura. A gente não vê incentivos a não ser para o mainstream, por parte daqueles que deveriam fazer acontecer, daqueles que recebem a nossa grana e deveriam devolvê-la pra gente. Inclusive, o objetivo da Casa de Vento não é só tocar e se divertir, é também contribuir pra que as coisas funcionem de verdade.

Cordeiro – Nós não só acreditamos, como fazemos acontecer. Há um apoio mútuo: a gente apoia e o Coletivo nos apoia. A gente busca consolidar tudo isso em eventos que vão trazer mais movimento pra cidade e pra toda a região. Tocam bandas de toda a Bahia, os coletivos se unem no circuito Fora do Eixo e fazem tudo ser único. Esse acontecimento que é uma espécie de nação independente.



Feira Coletivo – O Grito Rock é um exemplo de tudo isso que vocês comentaram até aqui sobre a cena. Como foi fazer parte desse evento?

Josh – Foi mais uma oportunidade de mostrar nosso trabalho e de contribuir com o acontecimento, com as ações do Coletivo. O som estava legal, apesar de alguns problemas técnicos que são normais. Gostamos pra caramba.


 Feira Coletivo – E podemos notar, pelo perfil de quem aparece nos shows, que a Casa de Vento já conquistou um público...
Josh – É verdade. Isso é muito honroso pra nós. A galera está conhecendo o material, visitando o MySpace da banda, visitando as apresentações. E ainda tem muito material nosso sendo produzido. A coisa está apenas começando, e é por aí. Não dá pra saber do futuro, mas queremos fazer o máximo pra dar um retorno à galera que tem chegado e participado.

ENTREVISTA – MAGDALENE AND THE ROCK AND ROLL EXPLOSION

O público que compareceu à noite de sábado da primeira edição do Grito Rock em Feira de Santana teve a chance de ver a estreia da Magdalene and the Rock and Roll Explosion nos palcos. Logo depois desse passo importante para se consolidarem como a mais recente revelação do rock local, os integrantes Magdalene (vocal), PV (guitarra) e Alexandre Damas (guitarra) conversaram com o Feira Coletivo sobre as impressões do show, o EP homônimo, o conceito da banda, influências e objetivos próximos.



Feira Coletivo – O que dizer da experiência de se apresentar ao vivo pela primeira vez?

PV – Acho que foi muito produtivo, verdadeiro. Serviu pra gente sentir a vibe e se conhecer mais como banda. Fizemos três ou quando ensaios rápidos, meio que tentando impulsionar a coisa e não deixar tudo parado. É importante falar que a proposta do Feira Coletivo é maravilhosa, está ressuscitando a cena do rock na cidade.

Magdalene – Em estúdio você mostra o que tem de melhor. Ao vivo é completamente diferente, mas não me arrependo de ter feito o caminho inverso (começar no estúdio). Esse material de divulgação nos ajudou a encontrar pessoas identificadas com o nosso trabalho e nos permitiu fazer o que fizemos hoje, esse show que superou as minhas expectativas.

Alexandre Damas – Acho que a Magdalene traçou um caminho com o qual estou de acordo: buscar primeiro o material profissional de estúdio e depois partir pra fazer shows. Isso gera muitas oportunidades.


 
Feira Coletivo – Como surgiu a ideia do projeto e de começar gravando com o produtor André T., que já trabalhou com Pitty, Retrofoguetes e outros?

PV – A ideia do projeto começou comigo e com Poliana (Magdalene). Nós sempre participamos de bandas muito diferentes e sonhávamos em fazer algo concreto juntos, reunir músicos com interesses parecidos. Então entrei em contato com Chuck (Hipolitho, ex-Forgotten Boys), pra ele produzir um material nosso numa linha meio setentista. Ele me apresentou a André T. e a gente passou um tempo acertando as coisas, depois gravamos o EP com Mark (Mesquita, baterista de Os Irmãos da Bailarina) completando a formação.



Feira Coletivo – Percebemos várias influências nas duas músicas do EP. Qual é o principal elemento da identidade musical da banda?

PV – A gente pensa em seguir uma onda do blues, do stoner também, do pré-punk.

Alexandre Damas – Eu tive uma pequena participação na gravação, porém penso que a grande influência é o stoner. Acho que PV tem mais propriedade pra falar sobre isso.



Feira Coletivo – Mas queremos falar com você mesmo (risos), sobre sua familiaridade com o metal. Como é ir do metal ao rock and roll em tão pouco tempo?

Alexandre Damas – Eu e Poliana tínhamos um projeto de heavy metal com pitadas de gótico quando surgiu o convite de PV. A princípio me perguntei: será que tenho malícia pra tocar rock and roll? Porque acham que tocar rock é simples, só que é preciso ter uma energia específica. Não tem sido uma transição natural pra mim, mas aos poucos tenho conseguido incorporar o espírito da coisa.



Feira Coletivo – A banda tem uma vocalista que se inspira nos anos 70 e em atualidades. No meio de tudo isso, dá pra chegar a um diferencial?

Magdalene – Quero dizer que as pessoas valorizam mais no rock and roll quem toca algum instrumento, mas sempre fui apaixonada pelo vocal e me também identifico com o movimento feminista. Minhas referências são The Runaways, Janis Joplin, Sam Brown, Aretha Franklin e outras coisas mais. E acho que cantar é algo muito natural, então não sei como seria isso de “construir” um estilo próprio.



Feira Coletivo – O que podemos esperar da Magdalene de agora em diante?

PV – A gente quer desenvolver mais o trabalho, produzir mais músicas, investir muito em produção visual. E gravar um novo disco, possivelmente com André T.

Magdalene – Talvez isso não ocorra com urgência, porque nos preocupamos demais com a qualidade daquilo que vamos apresentar, tanto ao vivo quanto em estúdio. As composições da banda surgem da realidade e das histórias que a gente cria. A própria Magdalene é um personagem criado pra representar um espírito rock and roll feminino no palco. Brinco que eu sou uma pessoa e a pessoa que aparece no palco é outra. Tenho a intenção de representar não só a mim, mas outras pessoas que compartilham do nosso pensamento.

GRITO ROCK FEIRA - CONHEÇA CALAFRIO.



Calafrio é hoje um dos principais nomes do rock feirense. Esta na ativa desde 2003 quando ainda se chamava Dogma. Algumas mudanças na formação e em 2005 passou a se chamar Calafrio, fazendo rock com muita personalidade, uma veia grunge e muita influência do rock dos anos 90, principalmente de bandas da segunda metade da década como Foo Figthers, Queen of the stone age, entre outros . O que mais marca o som da Calafrio é a qualidade de suas composições e que são cantadas em coro pelo público nas apresentações ao vivo, entre as preferidas pelos fãs está Valet, canção que virou hit local depois que a banda divulgou um excelente clip na internet. Em 2008 foi lançado o primeiro álbum da banda chamado “Para ambos os lados” que consolidou de vez o nome da Calafrio na cena musical de Feira de Santana. Alguns anos ja se passaram desde este lançamento, enquanto a banda não anuncia nada novo para os próximos meses, podemos conferir ao vivo o som deste quarteto no palco do Grito Rock Feira.

A banda se apresentará no domingo, dia 27 as 16 horas.

Integrantes:

Siddharta Gautamma = Guitarra e Vocal,
Pedro Patrocínio = Guitarra e Backing Vocal,
Ítalo = Bateria,
Vinícius Borges = Baixo.
Link: http://www.myspace.com/calafrio

#MELEVAQUARTETO

GRITO ROCK FEIRA - CONHEÇA UNIVERSO VARIANTE!

Formada em Fevereiro de 2010, a Universo Variante vem ensaiando incansavelmente desde então.

A banda formada por três roqueiros (Daniel Barbosa – Guitarra e Vocais, Rafael Borges – Baixo e Vocais, Leonardo Oliveira – Bateria) tem a coisa do humor leve e um tipo de ingenuidade que destoam ou suavizam um pouco o lado do rock que não nos serve mais: o
lado carrancudo, agressivo e arrogante.

A Universo Variante é mais festiva, mais aberta a outros estilos, porém, com atenção e cuidado com nossas raízes e nossas infâncias. Apoiada em composições próprias, a banda gravou seu primeiro Cd Demo contendo cinco canções que mesclam o rock que cada integrante trás em si com o Jazz, o Samba, o Frevo e canções que lembram a Jovem-Guarda e o rock dos anos 60.

A banda se apresentou duas vezes até então, uma em uma festa de aniversário e outra num festival de rock no centro de cultura da cidade de Alagoinhas/BA, onde a banda foi fundada.

Daniel Barbosa - Guitarra e Voz
Rafael Borges - Baixo e Voz
Leonardo Santos - Bateria

Link: http://tramavirtual.uol.com.br/universovariante



GRITO ROCK FEIRA - EFEITO ZUMBI!!!


Em meio à cena metódica do HIP HOP feirense, surge o Efeito Zumbi. Com proposta inovadora de homogeneizar a vertente entre seus adeptos na cidade, o grupo iniciou seu trabalho no inicio de 2005, com formação clássica de MC’S e DJ vem absorvendo diversos gêneros musicais e “cuspindo fora” um RAP forte, com letras que abordam temas variados que assola a periferia e a cidade por um todo. Vem conquistando seu espaço e se profissionalizando, fazendo diversos shows na cidade, tocando e palestrando em colégios, universidades, praças públicas, bairros periféricos e festivais. Em 2006 iniciou seu primeiro projeto de auto valorização da negritude, intitulado: “O dia que não pode passar em branco” realizado anualmente em comemoração ao 20 de novembro (dia da consciência negra). Dentre perambulações e intervenções sonoras e sob influências do antigo projeto, surge o COLETIVO CULTURAL EFEITO ZUMBI. Pautado em projetos sociais em prol da comunidade carente onde moram, além de frisar a questão racial do outrora projeto, promovem anualmente o evento ATIVIDADE NO QUILOMBO. Passam-se mais três anos de absorção e o grupo entra mais uma vez em estúdio, desta vez com uma carga maior de responsabilidade, resultando em um disco com doze faixas, seis delas releituras – re-gravadas do cd-demo – todas produzidas e co-produzidas pelo Efeito Zumbi.

Integrantes da banda:

Léo - voz
Lito - Voz
Anderson - Dj

Link: http://tramavirtual.uol.com.br/efeitozumbi/


Efeito Zumbi se apresenta no sábado dia 26/03 no Grito Rock Feira.

Grito Rock Feira!!! CONHEÇA NUTE!!!


Banda formada em 2007 na cidade de Alagoinhas - BA, pelos amigos: Jean Santil, Odisnei, André Fiscina como projeto, uma brincadeira como banda cover dos Ramones. Depois de alguns ensaios e conversas, algumas musicas próprias foram surgindo, e oportunidades de shows, então a banda foi batizada de Nute.
O som basicamente influenciado por Punk Rock, como o feito pelos Ramones, Social Distortion e de bandas nacionais como Raimundos, Matanza, Forgotten Boys e Carbona e bandas Rock n Roll/Stoner, como Hellacopters, Queens of The Stone Age, Supersuckers e Motorhead.
O primeiro show veio em Outubro de 2007 num Halloween na cidade de Catu, sempre mostrando uma energia e disposição no palco, a banda foi conquistando seu espaço na cidade natal em eventos como Mosh In Rock, Uneb Em Transe, Garage’n Rock 2 e Rock and RootS na cidade de Pojuca e o Palco Alternativo da Micareta de Alagoinhas em 2009, encerrando o ano no aniversario de 1 ano do Circuito Três Sons.
Em 2010 se concentram em compor e arranjar seu primeiro EP oficial, gravado entre Outubro e Novembro de 2010, no Estúdio Jimbo em Alagoinhas. Pisando Fundo, que contem 4 musicas que sintetizam o som feito durante esses 3 anos.


JustificarIntegrantes da banda:
André Fiscina - Baixo/Vocal
Jean Santil - Guitarra/Vocal
Odisnei - Bateria
Link: http://www.myspace.com/nutebr

Nute se apresenta no Grito Rock no dia 27 (domingo) !

NebulozA RocK: na contramão dos rótulos



A NebulozA RocK acumula muitas histórias para contar em pouco mais de um ano participando de eventos independentes realizados na Bahia. Fundada em janeiro de 2010, a banda passou por um breve período de preparação e deu início a um currículo de palco que já inclui shows no tradicional “O Rock Continua na Veia” (Feira de Santana, promovido pela P.U.N.K. Produções), no “Halloween Reminiscências” (Salvador) e no “Festival de Música do Bravo” (Serra Preta-BA), entre outros. Agora, com cinco meses de experiência ao vivo, está confirmada no segundo dia do Grito Rock feirense, 27, e promete surpreender o público com seu estilo performático.

Segundo o vocalista Brunno Adon, a Nebuloza faz um trabalho “que hoje pode parecer loucura, mas daqui a um tempo será normalidade”. A proposta é não se prender a um rótulo específico, o que permite aos integrantes um passeio natural pelo thrash metal old school, pelo hardcore, pelo gothic e mais subgêneros do rock. Os temas também variam desde o ocultismo, o paganismo, os rancores e os amores não-correspondidos até o humor irreverente, a exemplo da canção “Pirigótica”.

Como ainda acrescenta frontman, tamanha mistura de estilos tende a ganhar doses teatrais e conquistar os espectadores. Ele acredita que o Grito Rock será chance de mostrar segurança musical numa apresentação única para todos, embora a banda marque apenas sua estreia em festivais de maior porte. Neste cenário local em expansão, onde vêm surgindo oportunidades sucessivas “de se firmar para dentro e fora”, NebulozA RocK chega para somar.

* O Grito Rock é uma produção do Circuito Fora do Eixo em conjunto com os coletivos e conta com parceria das Casas Associadas e apoio Toque no Brasil. Festival filiado à Associação Brasileira de Festivais Independentes - Abrafin. Em Feira de Santana, o evento está sob a responsabilidade do Feira Coletivo Cultural, cujas atividades são desenvolvidas há pouco mais de um ano e se encontram vinculadas à rede Fora do Eixo.

Grito Rock Feira: Conheça Lady Cocaine!!!


Através de alucinações, efeitos subversivos e amores renegados... A banda Lady Cocaine foi idealizada no Aeon de Capricórnio de 2010 pelo guitarrista Sir James no intuito de transcender alguns sentimentos contidos no lado sombrio da mente humana. Após algum tempo o baixista “Night Sixh” é convidado para fazer parte desta tormenta...

No primeiro semestre de 2010 Sir James começa a trabalhar nas primeiras composições. Na perspectiva de iniciar devaneios astrais, o baterista Marcos "Murder” integra o círculo de abominações. Dando-se seqüência aos ensaios.

A Lady Cocaine é uma banda de Hard Rock tradicional, com algumas pegadas do \'Glam\'. As influências da banda variam desde: Motley Crue, Skid Row, Gun's n Roses à Cinderella, como bandas nacionais: Savannah e Rosa Tattoada

A temática é voltada para o Hard Rock: Mulheres, Drogas, Amores Renegados, Bruxaria, etc. A postura da banda totalmente anti-cristã, sendo que os membros são adeptos de segmentos ocultistas e suas ramificações mágicas direcionadas ao caminho da mão esquerda.

A banda Lady Cocaine é rotulada como Hard Witchcraft and Satanic Glam Rock.

No momento a banda está preparando-se para entrar em estúdio e gravar seu primeiro registro. Ao todo já somam 10 músicas totalmente compostas com o sentimento sugerido pelo estilo. Quem aqui se interessar pela proposta sonora e ideológica da banda pode adicionar e adentrar na comunidade (http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=97558180).

Serão muito bem-vindos


Local de origem da banda: Bahia - Feira de Santana
Integrantes da banda:
Sir James - Guitarras, Violões, Vozes de fundo
Night Sixh - Baixo, Vocal
Marcos Murder - Bateria, Percussão

Encontro Ethnos Dance - Celebrando a diversidade em nossa cultura!



Dia 19/03 (sábado), acontecerá no Teatro do CUCA o 1º Encontro Ethnos Dance realizado pela Prof. Mitsuyana Matsuno, Ateliê Tribal Leidi Kitai e Trupe Mandhala Fusion. O Encontro é uma proposta que busca reunir elementos de diversas culturas através de apresentações de danças étnicas: Dança Afro, Flamenca, Egípcia/árabe, além de fusões, incluindo ITS (Improvisação do Estilo Tribal American) e Tribal Fusion (que em si já misturam elementos de dança cigana, indiana, flamenca, oriental, danças modernas, entre outras).
O Encontro visa dar visibilidade a grupos e dançarinos que pesquisam novas formas de diálogo entre esses elementos culturais diversos, através de experimentações coreográficas. Algumas coreografias contam também com a inserção da cultura brasileira interligada a outros estilos de dança.
Além das apresentações de dança, o evento contará também com exposição e venda de produtos ligados a dança e cultura, como apoio a pequenos empreendedores da área e apoiando também a APA (Associação Protetora dos Animais), que estará participando com seu stand no nosso Bazar.
O Encontro Ethnos conta com o apoio do CUCA/UEFS.
ATRAÇÕES

Dança do Ventre | Dança Afro | Tribal Fusion | Flamenco | Dança Egípcia/Árabe | Dança Contemporânea

STANDS
- APA - Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana
- Ateliê Tribal Leidi Kitai
- Cores e Artes (artesanatos em geral)
- Sidinha Ateliê Dança do Ventre
- Trupe Mandhala Fusion
- Lanches Tia Iza
Data: 19/03/2011
Local: Teatro do CUCA
Horário: 17h (a partir das 19h: apresentações de dança)
Entrada: R$ 5,00
Informações: 3482.7055

Virada Cultural é Lei em Feira de Santana desde 2009

Virada Cultural é lei em Feira de Santana desde 2009 e nunca foi colocada em prática. O evento se trata de uma ação cultural que dura 24 horas e acontece já a alguns anos em São Paulo e mais algumas cidades pelo país. Será que este ano a prefeitura vai prestar atenção a isto e respeitar a Lei promulgada a 2 anos? Ou será que vai alegar para variar que não tem verba para investimentos em cultura, a não ser quando o caso for Chiclete com Banana, aí obviamente dar-se um jeito.

Grito Rock Feira!!! CONHEÇA QUARTETO DE CINCO!!!


Com uma mistura eloquente de gêneros o som da Quarteto de Cinco tem como objetivo resgatar e universalizar suas diversas influências, através de um trabalho autoral já registrado no seu primeiro álbum de mesmo nome, que deixa claro sua identidade e proposta.

Formada por cinco posturas, estilos e influências distintas, fica muito fácil identificar nas músicas da banda, como no próprio show, a presença de elementos do funk, soul, jazz, além dos ritmos baianos, todos esses unidos pelo peso e energia do rock: "Somos cinco pessoas completamente diferentes, musicalmente falando, e todas as nossas influências se juntaram no som da banda. Então vai de Cássia Eller à Led Zeppelin facilmente." (Thiago Gomes)

Formada em 2007, a Quarteto de Cinco já realizou mais de cem apresentações na capital baiana, agregando um público cada vez mais extenso e fiel. Depois de uma pequena pausa no primeiro semestre de 2010 a banda retomou suas atividades, chegando a ser contemplada pelo Bahia de Todos os Rocks com o prêmio "iBahia Garage Band", no mesmo ano, se tornando a primeira atração confirmada no Festival de Verão Salvador 2011.

Formada em 2007, a Quarteto de Cinco já realizou mais de cem apresentações na capital baiana, agregando um público cada vez mais extenso e fiel. Depois de uma pequena pausa no primeiro semestre de 2010, a banda retomou suas atividades chegando a ser contemplada pelo Bahia de Todos os Rocks com o prêmio "iBahia Garage Band", no mesmo ano, tornando-se a primeira atração confirmada no Festival de Verão Salvador 2011.



Integrantes da banda:
Beto Calasans (Guitarra e Vocais)
Coelho (Baixo e Vocais)
João Victor (Voz)
Silvio de Carvalho (Guitarra e Voz)
Thiago Gomes (Bateria)
Site: http://www.quartetodecinco.com.br


It’s only rock and roll... and it’s good enough

O rock and roll chegou ao século XXI completando cinco décadas de existência e dando indícios de certo desgaste, depois de tanto expandir sua fórmula básica. Do progressivo ao punk, do art-rock ao heavy metal, do hard rock ao grunge, voltar às raízes parecia o único antídoto ou a saída remanescente quando nada mais restava para se inventar. A geração dos 90’s já retratava o aborrecimento, como se àquela altura o rock houvesse perdido o senso de diversão e se afogado num mar de apatia. Porém, nos anos que se seguiram, a necessidade de suprimir as tendências suicidas não demorou a falar mais alto. Era chegado o momento de virar o jogo, de recuperar os clichês vitais. Em outras palavras, era a vez do revival.
É de se supor que as exigências maiores do público entusiasta do revival sejam diferentes daquela procura habitual pelo novo. Não importando o quanto tenham durado e repercutido, grupos como The Raveonettes, The Libertines, The White Stripes, The Hives, Bloc Party, Interpol, Franz Ferdinand, The Yeah Yeah Yeahs, The Bravery e, evidentemente, The Strokes foram apontados em algum instante como salvadores do rock. De repente, vultos do pós-punk, da new wave e das antigas coletâneas Nuggets ganharam consistência, invadiram as paradas e deixaram no ar uma questão: ainda seria importante criar algo?
A resposta, é claro, vai depender das preferências de cada ouvinte. As inúmeras bandas que sugam os riffs de Tony Iommi tal qual se obedece meticulosamente aos passos de uma cartilha, por exemplo, constituem a prova inquestionável de que há gosto para tudo e de que nem todos querem fazer ou escutar um produto inédito. E é por essas razões, sobretudo, que felizes são as partes onde a diversidade prospera. Feliz é a cena rocker de Feira de Santana, que acaba de ver surgir um possível expoente com o lançamento do EP homônimo da banda Magdalene and the Rock and Roll Explosion.



Em primeiro lugar, a qualquer um de nós é impossível ler/ouvir o nome Magdalene and the Rock and Roll Explosion e não associá-lo imediatamente a tudo que remete à essência do estilo. Para nossa alegria, ademais, em momento algum o EP contraria as expectativas. As duas faixas registradas, a excelente Run Bastard! e a pegajosa – no bom sentido – You’re Mine, são rocks em alta combustão, com algumas variações cujo mérito é o de dar sustento à sonoridade de modo a evitar que esta caia na arapuca do mais do mesmo quadrado e enfadonho. O vocal feminino, na melhor tradição riot grrrl tramada pelas Runaways, torna-se o grande diferencial à medida que une as pontas de um stoner rock que combina referências de várias épocas.
Dizer que a estreia da Magdalene and the Rock and Roll Explosion nos proporciona um rápido passeio por uma das linhas de trajetória do rock está longe de ser um elogio excessivo. Posso ir mais adiante, aliás, assegurando que Run Bastard! empreende essa viagem de frente para trás. A canção começa impetuosa e logo se aproxima da releitura atual do som cru de garagem, que na maioria das vezes abrange uma mistura com direcionamentos menos urgentes, digamos. E assim somos surpreendidos por um refrão daqueles típicos de arena, acompanhado por um riff ideal.
A partir daí, a impressão de estarmos ouvindo uma outra música também é inevitável. Os fortes ecos de Black Sabbath beiram uma versão mais rudimentar para a proposta do Wolfmother e de outras bandas que claramente se inspiram nos pais do heavy metal. Baixo e bateria sobressaem-se, pois a cozinha vai ditando um ritmo marcante e meio quebrado, enquanto os solos de guitarra e os timbres vocais convergem para esse mesmo tom e alcançam um final poderoso.
“Hit hit hit, I have a crush on you/ Leave leave me, I just wanted to prove”. Memorizamos aqui o refrão de You’re Mine, que já denota uma levada mais direta, homogênea, repetitiva. Caso estivéssemos tratando de uma banda do mainstream e de um play em formato convencional, provavelmente seria ela a canção de trabalho. Esse cruzamento entre o pop e o rock visceral lembra The Donnas e Backyard Babies – para ficarmos em citações mínimas –, além de explorar ao máximo as possibilidades de uma produção impecável, a cargo de ninguém menos que André T. (Pitty, Cascadura, Retrofoguetes e outros).
Inclusive, a produção é um ponto que deve servir de lição às bandas iniciantes em geral, não só as feirenses. “Do it yourself” e demais ideologias despojadas jamais devem servir de pretexto para a divulgação de materiais de qualidade duvidosa. Espontaneidade e mau gosto são coisas extremamente distintas, e uma vez que se conta com o retorno de um público ou se deseja conquistar algum, por mais reduzido que seja, convém demonstrar-lhe respeito antes de tudo.
Não recrimino os leitores que cheguem até este ponto indagando o que Magdalene (vocal e baixo), Ikaru (bateria), Pv e Damas (guitarras) trazem de novidade, afinal. Honestamente, não consigo pensar em nada. Penso, contudo, que o rock and roll está livre disso. Deve ser somente ele por ele mesmo, musicalmente despretensioso e cheio de atitude, conforme nos primórdios. Em Feira de Santana, faltava quem realizasse tal busca e se deparasse com seu resultado tão óbvio e deleitoso.
Agora não falta mais. Temos rock and roll puro e elevado à enésima potência. Temos Magdalene and the Rock and Roll Explosion, e eu, caros leitores, mal posso esperar para ver tudo isso ao vivo.

A Magdalene... toca dia 26 de Março no Grito Rock Feira no Espaço Nobre.

Myspace: http://www.myspace.com/wearemagdalene

Por Ana Clara Teixeira

Museu de Arte Contemporânea realiza evento de abertura de exposições em evento com diversidade de expressões artísticas

Ilustração, fotografia, performance, música e literatura transformam MAC em pólo cultural e artístico


convite MAC março 20111.png


Com a proposta de integrar diversas linguagens artísticas, o início da temporada de exposições do Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana acontecerá no dia 17 de março, quinta-feira, às 20 horas. Cada vez mais preocupado em incentivar a multiplicidade cultural da cidade de Feira de Santana, o diretor do MAC, Edson Machado, vem realizando nos últimos anos ações integradas entre diferentes artes, confirmando o caráter contemporâneo e inovador do espaço.


Em 2011 o evento está ainda maior, abarcando em sua pluralidade exposições de artes visuais de jovens artistas femininas, convidadas em homenagem ao Mês da Mulher; apresentação dos músicos Rogério Ferrer e Tito Pereira, com repertório que vai do Jazz à música brasileira; relançamento da Coleção Nova Letra, que traz o trabalho literário de jovens escritores feirenses e, por fim, lançamento do cordel A serpente emplumada de Nivaldo Cruz.


Confira a programação detalhada abaixo e não deixe de comparecer ao museu que recria e conecta as expressões artísticas de Feira de Santana!


ARTES VISUAIS: FOTOGRAFIA E ILUSTRAÇÃO

  • Com a curadoria de Bruno Moreira, Patrícia Martins apresentará Alguma Coisa Nos Resiste,mostra fotográfica que investiga a relação do ser contra o mundo, destacando seu aspecto devastador, originalmente conflituoso e trágico. Como artista convidado, Bruno Moreira orientará uma performance intitulada ok1/I’m begging for break.
  • se for vontade. Este é o título da exposição da artista plástica Ana Verana. A mostra, com curadoria da RV Galeria de Arte, revela a vontade que se esconde no olhar dos personagens de Verana e aborda um interessante universo erótico, repleto de sentimentos contraditórios. São peças em aquarela sobre papel, produzidas especialmente para a exposição.
  • Tédio. Essa sensação de vazio e inércia pode se revelar plácida e tocante caso uma jovem artista como Carolina Belmondo se proponha retratá-la a partir de pessoas e não de objetos inanimados. Com Embalos de uma tarde vazia, título geral das 16 obras que estarão expostas, veremos figuras humanas compostas com muita delicadeza para se que transpareçam não suas fisionomias, mas seus temperamentos.

As exposições ficam abertas a visitações até dia 14 de abril.


MÚSICA

Com Rogério Ferrer no acordeom e Tito Pereira no piano, Diálogos íntimos evidencia o caráter intimista desses dois instrumentistas que primam pela improvisação como forma de expressão musical. Artistas com reconhecida atuação no meio musical feirense, Ferrer e Pereira irão apresentar nesse recital canções que vão do jazz internacional à música brasileira.


LITERATURA

A Coleção Nova Letra, das Edições-MAC, irá relançar todo seu portfólio até o momento. São 7 volumes lançados em 2010 entre crônica, conto e poesia. A Nova Letra é uma coleção voltada à publicação de jovens escritores nascidos ou radicados em Feira, e tem a coordenação de Ederval Fernandes. Será lançado também o cordel A serpente emplumada de Nivaldo Cruz, reafirmando a marca do MAC de ser também uma conceituada editora de cordéis.


O quê: Abertura das exposições temporárias e atividades do Museu de Arte Contemporânea - 2011

Quando: 17/03/2011, quinta-feira, a partir das 20h

Onde: Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana - Rua Geminiano Costa, n°255, Centro, ao lado da Biblioteca Municipal Arnold F. Silva

Quanto: Entrada franca

Contatos: (75) 3603 – 7774 / http://www.macfsa2011.blogspot.com/

Conheça a banda Warcursed!


Conheça a banda Warcursed, banda de Thrash Death da Paraíba, pela primeira vez em Feira de Santana participando no dia 27 de Março do Grito Rock Feira.


"Formada em 2004, inicialmente como banda cover do Megadeth, tínhamos o line- up atual já definido, com Henrique Melo nos vocais. Após algum tempo tocando como banda cover, começaram a surgir as músicas próprias e a vontade de formar uma banda autoral, que na época chamava-se Post Mortem.

Com a formação da Post Mortem e a entrada de Glauber Ancelmo no vocal, em 2005, começamos a formar nosso repertório e realizar alguns shows em Campina Grande e na Paraíba. Devido a problemas pessoais, Glauber deixa a banda, na época em que nos preparávamos para gravar nossa primeira DEMO, Gates of War.

No início de 2008, depois de alguns testes, eis que Jean Philippe assume os vocais, além do baixo, formando o line-up atual: Jean Philippe (Vocal e Baixo); Richard Senko e Alan Cruz (Guitarra) e Marsell Senko (Bateria). Após alguns ensaios com a nova formação, voltamos a fazer alguns shows na Paraíba e fora do estado. No início de Março de 2010, começamos a pré-produção do nosso primeiro Full-Length, Escape From Nightmare e surgiu a necessidade de trocar o nome da banda. Após algumas discussões e cervejas, surge a Warcursed, cada vez mais forte e ativa! Nós temos uma temática focada em problemas sociais, envolvendo guerra, religião, insanidade e problemas existenciais, tudo isso com um Death/Thrash Metal que traz uma sonoridade com muita agressividade e destruição, não somente para o cenário do metal paraibano, mas também para o cenário mundial."


A banda é formada por: Jean Philippe Sauvé - Vocal e Baixo / Richard Senko - Guitarra / Eduardo Sontag - Guitarra / Marsell Senko - Bateria

Ouça a banda acessando: http://www.myspace.com/warcursed

Garboso! Direto de Vitória da Conquista para o Grito Rock Feira!

Direto de Vitória da Conquista-BA, conheça a Garboso:

“O Garboso surge da necessidade de exprimir sentimentos até então cristalizados no peito, um grito de agonia que, brevemente, nos fornece alívio às grandes decepções pela qual passamos durante nossa jornada. Por mais que somos meio que forçados a buscar a racionalidade, na maioria das expressões sonoras apresentadas, o que o Garboso propõe pode ser traduzido como boas lembranças e a ansiedade por grandes mudanças, instabilidade, vontade, desabafo ou até mesmo um sopro de contenção à angústia!”
A banda iniciou suas atividades em meados de 2009, reunindo o desejo de cantar de Pablo Bahia, que sempre foi um calado guitarrista de importantes bandas da cena rocker do sudoeste baiano. Lucas Ribeiro, Diego Andrade e Ingrid Bahia que, além de currículos respeitáveis em outras bandas do cenário, aceitaram compartilhar da proposta e idéia da qual nasceu o Garboso.

Em suas apresentações, o Garboso, marca seu público com as letras carregadas dos dramas do cotidiano e as emoções necessárias para suportar o dia a dia. Músicos que conseguem transmitir a vibração esperada de uma banda de garagem, sem faltar em nenhum momento com a técnica, aplicando-a com precisão em seus instrumentos. Destaque para a belíssima baterista, Ingrid Bahia que emana a melhor essência e energia, seduzindo a todos, quando está em posse de suas baquetas.

Garboso tem seu trabalho focado em composições próprias. Influenciados pelas várias vertentes do Rock e da música brasileira, sua música consegue soar com a sinceridade sempre bem vinda por parte de toda banda de rock que resolve existir.

Conheça o trabalho da Garboso acessando http://www.myspace.com/garbososom

É O GRITO ROCK DE FÊRA!!!!

APOCALYPSE ROCK FEST

Depois de tres produções com total sucesso de critica e publico a banda GABBA GABBA HEY (RAMONES COVER) em parceria com a banda DEFORMITY BR, promoveram dia 12 de março as 21:00 no BOTEKIN PUB o APOCALYPSE ROCK FEST.
A DEFORMITY BR que está lançando o seu tão esperado CD que marca em grande estilo os 16 anos de uma das bandas mais importantes do cenário Metal da Bahia, e para completar a festa a ZEPPELINS ROCK (LED ZEPPELIN COVER) a do rock, apresentando os maiores clássicos de uma das mais importantes bandas da historia.

ATENÇÃO MULHERADA, ATÉ AS 22:00 MULHER SÓ PAGA R$7,00 NA BILHETERIA DO BOTEKIN, CHEGUEM CEDO E APROVEITEM!! IMPERDIVEL GALERA.